quinta-feira, 1 de abril de 2010

Patriotismo aquém do peso


Ah, esqueci de ressaltar. É claro que, como superficial que sou, o patriotismo é um sentimento de durabilidade temporária e intermitência definida. Surge de QUATRO em QUATRO anos, mais especificamente, em tempos de Copa do Mundo da FIFA (eu não usaria uma blusa amerelo-gritante em nenhuma outra circunstância). Nem nas Olímpiadas ele aparece. De vez em quando, ele renasce aleatoriamente, quando, por acaso, alguma eliminatória do Mundial passa na TV do boteco enquanto faço alguns gols na cerveja. E dura o tempo do jogo, nada mais. Se o Brasil perde, nem isso.

No mais, pensar em Brasil? Só se for naquela música, de quem mesmo? Aquela que canta "Que país é esse?"... Que país é esse?

E para quem já me viu vidrada em uma partida de vôlei, esclareço que era mais por causa dos membros (literalmente, e até mais especificamente os superiores) da equipe do que pela nação representada. As caras e bocas nos cortes e saques também me atraem muito. E quando os bloqueios dão certo? Hummmmm...

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3 comentários:

Natália disse...

Como é bom reler seu blog inteiro numa ressaca de vinho barato, daqueles que a gente compra logo uns 7 porque está na promoção no Pão de Açúcar. Quem sabe eu ainda esteja meio bêbada..

A gente se encontra novamente para chegar no castelo 8, em mais um fim de semana cheio de superficialidade!

Só você pra me alegrar nesses momentos em que o vaso sanitário é meu melhor amigo! Falando nisso, ele me chama...

Gustavo disse...

Não sou patriota nem gosto de futebol.

Luiz Calcagno disse...

Injusto, muito injusto. =)